quarta-feira, 26 de maio de 2010

Novo Blog

Pessoal,

A partir de hoje os artigos serão postados em www.heloisadurante.blogspot.com

Obrigada,

Heloisa Durante.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Analista de Relações Internacionais


Estão abertas, entre os dias 14/04 a 24/05, as inscrições para Analista de Relações Internacionais do MRE.
O salário é de R$2.643,28 e as 8 vagas são para a sede em Brasília.
O valor das inscrições é de R$48,00.
É necessário fluência escrita e oral no idioma inglês.

Acesse o edital aqui.

Concursos Relações Internacionais 2010

Quem possui graduação nesta área e pretende obter vaga no setor público deve ficar atento nas poucas oportunidades de concursos que surgem anualmente. Infelizmente, apesar deste profissional ser apto a atuar em importantes funções no setor público, não há muitas vagas oferecidas para quem tem formação em relações internacionais.
As principais áreas de trabalho destes profissionais na área pública são: diplomacia (que envolve o exame do Itamaraty), assessoria especializada na área de Relações Internacionais, por conta da integração regional; assessoria política e comercial à consulados e embaixadas  e atuação na área financeira relativo ao mercado internacional ou entidades oficiais corporativas como CVM, BACEN, Banco do Brasil e outras instituições financeiras.
Outra entidade que tem atraído os profissionais com formação nesta área é a ABIN, que abriu concurso em 2008. 
As principais atribuições, segundo os últimos editais são: analisar os principais tratados e acordos internacionais; contribuir nas relações entre os Paises, instituições , associações internacionais envolvidas nos processos; interpretar e avaliar os processos políticos, econômicos, sociais, comerciais e jurídicos em diferentes poíses; elaborar e avaliar informações sobre a conjuntura internacional, econômica e comercial entre as nações, identificando, discutindo e avaliando as consequências das crises econômicas e comercias, conflitos e outros acontecimentos que contribuem e interfiram na comunidade internacional. 
Se você é formado nesta área fique de olho: as principais oportunidades de trabalho na área pública ficam no Distrito Federal. Há ofertas de concursos públicos para a Administração Pública Federal, Estatais, Autarquias, Organizações Internacionais, etc. 
A seguir relacionamentos alguns concursos com vagas específicas para candidatos com formação em Relações Internacionais. 
Concursos Abertos:
  • Federal - FUNAG - Fundação Alexandre de Gusmão - inscrição até 24/05/2010, taxa: R$ 33,00. Provas dia 06 de junho de 2010. Informações: www.quadrix.org.br
  • RJ - UFRRJ - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - inscrição até 11/05/2010, taxa: R$ 110,00. Informações: www.ufrrj.br/concursos
Veja também alguns dos últimos concursos realizados com vagas específicas para esta área profissional.
Acesse ao site da ABRI - Associação Brasileira de Relações Internacionais

Fonte: Concursos Publicos Online 

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Futuros internacionalistas. Em qual área você vai focar sua carreira?





 
Para inscrições, programação e hospedagem acesse aqui

Pessoal, acho muito interessante a participação em um Fórum deste nível.
Sou formada a pouco tempo, mas posso garantir que definir o foco profissional durante a graduação é de suma importância e contribui para o planejamento no início da carreira.
Participem!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Ensaio Amazônico: De Euclides da Cunha à Contemporaneidade. Por Willian Rocha

Hoje posto a primeira colaboração no meu blog. O artigo escrito por *Willian Rocha (@w_rocha)


INTRODUÇÃO

A Amazônia, "ainda sob o aspecto estritamente físico, conhecemo-la aos fragmentos. Mais de um século de perseverantes pesquisas e uma literatura inestimável, de numerosas monografias, mostram-no-la sob incontáveis aspectos parcelados. A inteligência humana não suportaria, de improviso, o peso daquela realidade portentosa.” (CUNHA, 1994). Escreveu o ilustre escritor brasileiro Euclides da Cunha, no inicio do século XX, quando nomeado chefe da comissão mista brasileiro-peruana de reconhecimento do Alto-Purus, com o objetivo de demarcar limites entre o Brasil e o Peru. Mais de cem anos se passaram desde que Euclides esteve nessa região e o excerto acima ainda se mostra evidente.
Euclides dava a “Amazônia uma visão de constante mutação, de construção inacabada, uma espécie de página incompleta do Gênesis” (PONTES, 2005). Essa página incompleta e quase esquecida a qual Euclides referencia a Amazônia encontra-se ainda no imaginário ocidental desde o século XVIII como uma área de fronteira marcada pela idéia de espaço vazio. Tal compreensão permanece até os dias atuais, tanto nas concepções dos indivíduos que migram para esse território quanto para os tomadores de decisão que operam nas políticas públicas.

REFLEXÕES SOBRE O CONCEITO DE FRONTEIRA

Fronteira em seu conceito amplo, diz respeito a uma determinada área de duas partes distintas. Tal conceito foi ao longo da história se consolidando e tanto no período das monarquias nacionais, quanto da Paz de Westphália, o estabelecimento e delimitação do alcance do poder do Estado necessitavam de uma maior exatidão. No entanto, essa fronteira pode representar muito mais que uma mera divisão ou unificação de partes. Esse conceito pode representar também, o nível de autonomia e soberania de um Estado sobre o outro, dois regimes políticos e/ou ideológicos, duas formas de organização e o que a fronteira que se buscará explicar neste trabalho exemplifica: o de duas realidades distintas.
Atrelado, e muitas vezes sinônimo ao conceito de fronteira, o conceito de limite é comumente utilizado. Entretanto, cabe diferenciação. A fronteira, no seu sentido amplo marca e coloca o outro lado como o diferente, ou seja, como o começo do novo, pode-se assim dizer. Já o limite, designa o fim do controle de uma determinada unidade político-territorial. Em outras palavras, fronteira diz respeito a uma ordem e/ou demarcação natural, geométrica e até mesmo arbitrária, ou seja, de integração, todavia, o limite é uma abstração como fator de separação.
A fronteira amazônica descrita por Euclides da Cunha ia muito além de uma delimitação geográfica e alcançava os níveis de análise sócio-antropológicos. Pensar em Amazônia na perspectiva Euclidiana é pensar em uma Fronteira do desconhecido, do incerto, do portentoso e principalmente, do social. A expedição do autor pela região, que tinha como objetivo principal a demarcação de fronteiras, acabou resultando em uma valiosa e profunda análise social da região.
Euclides da Cunha pode ser considerado como um missionário do progresso. Da mesma forma com a qual desejou integrar o Sertão nordestino à vida nacional, assim o fez em relação à Amazônia. O autor propôs a recuperação do rio Purus (para torná-lo melhor navegável), a construção de uma estrada de ferro - a Transacreana - que seria capaz de espalhar frentes de colonização e proteger as fronteiras do país. Além do mais, incitou sempre em seus escritos, a integração da Amazônia ao resto do país e que tal integração não se desse apenas territorialmente, mas de fato, levando o desenvolvimento a essa região. Neste sentido, Euclides pode ser visto como um precursor de idéias e projetos que foram implementados, com ou sem sucesso, anos mais tarde, como a Madeira-Mamoré, o IBGE, e, até mesmo, a Calha-Norte. Tal integração da Amazônia ao Brasil proposta por Euclides, colocava a região na agenda de Política Externa do Brasileira, o que até hoje se apresenta como fundamental para o resguardo da soberania.
Atualmente, o intento de levar desenvolvimento à região remete aos tempos do escritor e mesmo com inúmeras políticas para a região, tal efetiva integração até os dias de hoje mostra-se se como algo almejado, tanto quanto um grande desafio. Cabe notar que os escritos do autor acerca dos problemas da Amazônia revestem-se de contemporaneidade. Algumas questões por ele expostas, como o abandono da região e a “porosidade das fronteiras como ao agravamento da situação social” (PONTES, 2005) demonstram ainda, temas básicos de reflexão e entendimento da região. Euclides da Cunha pensou sob a ótica da Diplomacia fatores e premissas estratégicas que se relacionavam a ação do poder público na região. Fato esse que deve ser entendido e tido como referência ao analisar não só a região do Alto-Purus, onde o escritor esteve, mas a Hiléia de modo geral.
Dentre inúmeros processos e viés de integração da região, em especial do Alto Purus foi em 2009 que foi dado um passo importante na história da região. Uma proposta de integração econômica e comercial entre as regiões do Alto-Juruá e Alto-Purus[1], entre Brasil e Peru, fazendo do Rio Purus uma alternativa de escoamento para produção de ambos países. Cem anos depois da passagem de Euclides pela região, uma integração efetiva e mediada pelo Ministério das Relações Exteriores parece acenar na direção já proposta pelo escritor para a região.
O entendimento proposto por Euclides da Cunha retratando a Amazônia sob o viés historiográfico, permitiu uma leitura renovada dos problemas de fronteira, de integração física e de inclusão social, dando ênfase, assim, a importância dessas três dimensões para a formulação da Política Externa brasileira da época. Tais dimensões devem servir de base ao analisar a região, que, resguardando as riquezas naturais, apresenta o fator social e humano como peça chave da interação que leva ao desenvolvimento; e é exatamente nesses múltiplos cenários que impõe, como desafio, o desvendar de cada fragmento da história da Região.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A Amazônia hoje se tornou fundamentalmente um espaço-chave para o prosseguimento da aventura humana no planeta Terra, e com ela inúmeras formas da biodiversidade cuja evolução desencadeou. A região, muito antes da dramaticidade que alcançou, teve vários momentos de elaboração, análise e crítica, na história da ciência e da cultura, em particular na chamada literatura dos viajantes, dos cronistas aos naturalistas românticos, e destes aos primeiros ficcionistas. Todos a seu modo tentaram representar o sublime daquela paisagem, em seu desmesuramento de real-maravilhoso que guarda igualmente os segredos do deslumbre e do fantástico. Euclides da Cunha, depois do sucesso estrondoso de sua narrativa acerca da tragédia sertaneja de Canudos, foi um dos primeiros escritores latino-americanos modernos a encarar o desafio de 'escrever a Amazônia’.
Euclides julgava imparcial a marcha do progresso, da civilização e do desenvolvimento, que traria a absorção do indígena e do sertanejo em detrimento do avanço unicamente das ‘raças’ e ‘culturas’ tidas como superiores. Os sertões, quer nordestinos, quer amazônicos, eram e são tidos como desertos, espaços fora da escrita. Ao explorar a caatinga e a floresta e resgatar o sertanejo e o seringueiro do esquecimento, o escritor procurava integrar os sertões e a floresta à escrita e à história, cujos limites e fronteiras estariam em constante expansão. Para Euclides, fora da escrita, da história e do conseqüente desenvolvimento, “não há salvação, só existe o deserto” (CUNHA, 1994). O discurso etnográfico e por vezes sócio-antropológico do autor sobrepunha inclusive as fronteiras nacionais, como visto em seus escritos sobre a política internacional da época.
Mais de Cem anos depois da passagem de Euclides pela Amazônia a região mostra-se em estado semelhante, seja do ponto de vista de seu espaço e, seja ao mesmo tempo, tão dispare quando se pensa na pluralidade de culturas, naturezas e sociedades aqui existentes. Testemunho de seu tempo, o autor no inicio do século XX já abordava a importância da Amazônia no contexto internacional e destacava a relevância em integrar a região ao Brasil, efetivando assim, uma política exterior voltada para a região, resguardando a soberania e podendo levar ao desenvolvimento.



[1] Agência de Notícias do Acre. Alfândega Provisória no Alto Purus inaugura nova rota comercial Brasil-Peru. Disponível em: http://www.agencia.ac.gov.br/index.php?option=com_ content&task=view&id=9011&Itemid=139 . Acesso: 10 / 10 / 2009


*Willian Rocha (@w_rocha) 
Internacionalista
Diretor do Grupo de Ação pelo Desenvolvimento - GADE
Articulação Local do Programa de Voluntários das Nações Unidas - UNV


quinta-feira, 15 de abril de 2010

Rumos do BRIC e avanços das negociações com a China





O encontro da cúpula de chefes de Estado do BRIC (Brasil, Rússia, China e Índia), ocorrido em Brasília em 15/04/2010, com o tema "O papel do Bric na transformação global pós-crise econômica", os países trocaram opiniões acerca dos desafios comuns e oportunidades enfrentadas pelos quatro Estados no período pós-crise e sobre a atual conjuntura econômica mundial. Para que se possa colecionar sugestões ao aprofundamento das colaborações entre os membros do Bric.

De acordo com a agenda da reunião, os temas debatidos na cúpula foram relativos aos investimentos diretos estrangeiros, à inovação tecnológica, os desafios impostos pelas mudanças climáticas, ao comércio internacional e à resposta à crise financeira global.

A inteção da cúpula seria também um teste para presidente brasileiro convencer a Rússia e a China a apoiar a questão negociada em vez de uma sanção nova ao Irã (no caso das armas nucleares). Segundo o jornal o Estadão: "A recusa de Pequim e Moscou deixaria o Brasil isolado nessa questão. Entre diplomatas que acompanham o tema, essa possibilidade parece totalmente plausível, por causa dos desdobramentos recentes da conferência nuclear em Washington”.

Os países do BRIC também querem transações comerciais em moedas locais, sem a intermediação do euro. Para isso, serão negociados acordos de cooperação monetária, entre os dirigentes do Bric, para facilitar investimentos e ampliar o comércio no âmbito desta organização.

Os chefes de Estados assinaram  um comunicado conjunto pedindo uma conclusão das reformas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (Bird). Defendem que para a reforma de estrutura de governância destas instituições, será necessário uma mudança substancial no poder de voto em favor dos países em desenvolvimento e das economias de mercados emergentes, com a intenção da participação na tomada de decisões, para que se alinhe com o peso relativo destes na economia global.

Durante o encontro Lula defendeu uma presença maior do BRIC nos organismos internacionais, apontando para os esforços em defesa de uma governança global.

Brasil x China 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da China, Hu Jintao, assinaram acordos nas áreas de tecnologia, petróleo e cultura.

Um dos acordos firmado, é a exploração de petróleo na bacia do Maranhão pela China. Sendo desta forma a maior parceria do Brasil na área de petróleo. Outro acordo, anunciado por Lula, é que as empresas LLX, do Brasil e a estatal chinesa Wisco negociam a construção de um complexo siderúrgico no Porto Açu, no Tio de Janeiro.

A China é hoje o principal parceiro comercial e o maior mercado para as exportações brasileiras.
O Brasil quer aumentar o valor agregado de suas vendas aos chineses, pois a China é hoje o principal parceiro comercial do Brasil o maior mercado para as exportações brasileiras. Porém para aumentar as trocas comerciais do eixo sul-sul, o setor aeronáutico pode ajudar a tornar o comércio bilateral com a China mais equilibrado. E fica com o empresariado brasileiro o desafio de ser mais arrojado na conquista do consumidor chinês, A Expo Xangai oferece uma excelente oportunidade.

Análise dos Encontros

A importância da análise do contexto internacional para uma empresa é de grande valia, pois podemos tirar uma análise:
  • Dos rumos que a política internacional e comercial brasileira esta tomando
  • Sobre a importância de parcerias como o Bric, ou seja, a união de países com metas em comum para facilitar e efetivar objetivos, junto aos organismos internacionais.
  • De que forma estas parcerias afetam o negócio de uma empresa nacional? Pois, precisamos lembrar que mesmo que a atuação da empresa seja local, a concorrência é global. 

Tomando a última pergunta lanço o caso a seguir.

Durante a Crise Econômica Mundial de 2009 várias empresas do setor logístico sofreram com a baixa do dólar ou a queda da balança comercial.
No entanto, uma empresa deste setor, desafiou a crise econômica e realinhou suas estratégias, mantendo o foco no mercado interno, a companhia investiu na ampliação da sua frota de *cabotagem e comercialização de rotas que vão so sul ao norte do Brasil. Desta forma, aumentado a movimentação mensal de 1,3 mil TEU'S, no início do primeiro trimestre de 2009, fechando, o último trimestre de 2009, com um volume mensal de 5 mil TEU'S.

Neste caso a empresa, observou uma oportunidade de aumentar seu lucros, mesmo diante da crise internacional. Realinhando suas estratégias observando e analisando o cenário econômico internacional.

Por isso, analisar o contexto internacional é de suma importância para as empresas, pois, várias oportunidades podem ser avistadas (como o caso da exposição de produtos na Expo Xangai), e vários problemas podem ser prevenidos.

*Cabotagem é a navegação realizada entre portos interiores do país pelo litoral ou por vias fluviais.

    quarta-feira, 14 de abril de 2010

    terça-feira, 13 de abril de 2010

    Internacionalista??? O que fazemos?

    Muitas pessoas desconhecem quem é o profissional de Relações Internacionais. Existe até comparação com o profissional de Comércio Exterior. No entanto, o que nós internacionalistas sabemos, é que uma coisa não tem nada a ver com a outra.

    O Bacharel em Relações Internacionais é apto a atuar em várias áreas dentro da sua linha de formação, devido a formação holística que o curso oferece.
    O que sabemos é: existem várias oportunidades e áreas de atuação para o Internacionalista!

    Dicas legais, para quem pretende cursar RI: 
    • No decorrer do curso, preste bem atenção aos temas e áreas que lhe chamam mais atenção, desta maneira, foque seu TCC, produza artigos sobre o tema e já vá coletando as informações sobre oportunidades de trabalho e especializações, dentro da sua área de estudo. É meio caminho andado para dar um rumo na carreira após a conclusão da faculdade.
    • Na escolha da Instituição de Ensino Superior, observe a grade e o foco do curso. Alguns cursos focam na área diplomática, como a  (UNB), outros em Negociações, como a (UNISUL).

    O Portal Educacional O Meu Futuro - @omeufuturo - disponibiliza o que faz o Internaciolista e todas as Instituições de Ensino Superior do Brasil, que oferecem o curso de graduação, especialização (latu sensus, mestrado e doutorado).


    Aproveite e aprenda um pouco mais sobre RI.

    O que é

    O profissional de relações internacionais é quem conduz os relacionamentos das mais diversas naturezas como a política, a econômica, a social, a militar, a cultural, a comercial ou a judicial entre as diferentes nações e povos. saiba mais »
    Generalista, esta é a principal característica do profissional de Relações Internacionais, pois deve estar atualizado – adquirindo conhecimentos constantemente. Quem deseja seguir esta carreira, deve ser interessado em assuntos diversos, principalmente os que envolvem a relação com outras culturas, idiomas, o cenário mundial, mercados interno e externo e possibilidades de negócios.

    O que faz

    O Internacionalista conduz as relações entre as nações em diversos segmentos como a política, a econômica, a social, a militar, a cultural, a comercial ou a judicial. É responsável pela análise do contexto mundial e avalia as possibilidades de negócios no exterior. Efetua a investigação dos mercados mais promissores e oferece aconselhamento aos investidores que atuam ou desejam atuar no exterior. Funções desempenhadas por um internacionalista: coordenar missões empresariais ao exterior; identificar e analisar potencialidades em países para desenvolver oportunidades de negócios internacionais; elaborar, executar e avaliar projetos internacionais de cooperação técnica; participar na execução e coordenação de programas de desenvolvimento mantidos por instituições e organismos internacionais; assessorar atividades políticas, econômicas e administrativas em acordos regionais de que o Brasil participa; analisar contratos, convênios, projetos e programas internacionais; atuar na área acadêmica seja no ensino ou na pesquisa; pode seguir a carreira diplomática; oferecer consultorias a diversos níveis públicos em projetos, programas e atividades internacionais; pode ainda, representar entidades brasileiras em organismos internacionais.

    Perfil do profissional

    Habilidade para fazer análise crítica de assuntos. Ter facilidades para associar idéias. Estar atento à detalhes. Espírito investigativo. Facilidade para argumentar e transmitir idéias com clareza. Habilidade para falar e lidar com pessoas. Expressar interesse por questões sociais.

    Características comportamentais

    Criatividade, senso crítico, comunicação, dinamismo. Capacidade de abstração, concentração, organização, capacidade de análise e interpretação. Argumentação, raciocínio lógico, liderança, flexibilidade, capacidade de trabalhar sob pressão. Gostar de adquirir novos conhecimentos. Interesse social e coletivo. Capacidade negociação persuasão, tolerância, persistência e equilíbrio emocional. Interesse por culturas diferentes e idiomas.

    Mercado de trabalho

    O mercado de trabalho para esse profissional é amplo e não para de crescer, pois com a globalização, a internacionalização da economia e a formação de uma "aldeia global" tanto na esfera política, como na comercial, o internacionalista é muito procurado para mediar diferentes tipos de situações entre as nações. No setor privado, há mais oportunidades visto que ONGs nacionais e internacionais ligadas às áreas de cultura, meio ambiente, direitos humanos, combate à pobreza e turismo sustentável abrem muitas portas para este profissional. Nas instituições financeiras, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Banco Mundial, em organizações intergovernamentais internacionais entre elas a ONU, a Unesco, a OMC e a OEA, há boas oportunidades de trabalho para quem já possui experiência. As probabilidades de inserção no mercado de trabalho aumentam para aqueles que investem numa pós-graduação no exterior.


    • Duração média do curso

      4 anos.
    • Salário inicial médio

      2500

    Cooperação em Defesa Brasil - EUA

    WASHINGTON, 12 Abril 2010 – O Secretário da Defesa Robert M. Gates e o Ministro da Defesa do Brasil Nelson Jobim assinaram um novo acordo de cooperação em defesa, do qual o Secretário Gates disse ser um exemplo de parceria e “oferece um modelo transparente e positivo para cooperação através das Américas.”

    O acordo formaliza a crescente parceria na área de segurança entre os Estados Unidos e o Brasil, enquanto estabelece uma estrutura para construir esse relacionamento, disse Gates.

    “Esse acordo será o início para aprofundar a cooperação de defesa entre os Estados Unidos e o Brasil em todos os níveis e demonstrará o quanto efetivo pode ser, nós podemos confrontar os desafios quando trabalhamos em parceria,” afirmou o secretário na cerimônia de assinatura no Pentágono.

    O acordo expandirá o relacionamento entre os dois países em áreas promissoras e de interesse mútuo, incluindo pesquisa e desenvolvimento, apoio logístico, tecnologia de segurança e a aquisição de produtos de defesa e serviços. Essa cooperação não somente reforçará as capacidades militares de ambos países, mas também proporcionará oportunidades industriais, observou Gates.

    Adicionalmente o o Acordo abre as portas para maiores trocas de informações sobre as experiências operacionais, tecnologias de defesa e Operações de Manutenção de Paz, assim como mais treinamentos em conjunto e educação e exercícios militares conjuntos.

    O Secretário Gates saudou a liderança do Brasil na Missão de Paz da ONU no Haiti (MINUSTAH) nos últimos seis anos, particularmente em liderar os esforços das Nações Unidas após a devastação causada pelo terremoto de janeiro passado. Milhares de soldados brasileiros e americanos têm trabalhado lado a lado desde o terremoto para trazer ajuda humanitária e segurança ao povo do Haiti, observou Gates.

    “Esse acordo é um reconhecimento formal dos muitos interesses em segurança e valores, que nós compartilhamos como as duas maiores democracias das Américas,” Gates afirmou. “Esses interesses em comum e a crescente participação e significação do Brasil nos assuntos mundiais são um desenvolvimento bem-vindo pelos Estados Unidos.”

    Jobim, a quem Gates cumprimentou pela data de seu aniversário, compartilhou com o Secretário Gates, o entusiasmo pelas novas oportunidades de cooperação em defesa entre os dois países.

    Perguntado se o Brasil já tinha decidido qual o novo caça que o Brasil irá adquirir, Jobim afirmou que ele espera fazer a recomendação ao final de Maio. Membros do governo Americano esperam que o Brasil escolha o F/A-18 Super Hornet em vez do caça francês Rafale ou do sueco Gripen (Nota DefesaNet - A transcrição da cerimônia e das perguntas indica que o Ministro menciona a decisão em Abril ou Maio- Leia a transcrição em inglês -Link).

    “Nós gostaríamos de que os brasileiros escolhessem o Super Hornet. Isso aumentaria o nosso relacionamento estratégico,” informou um alto militar do Departamento de Defesa aos repórteres. “Mas o acordo … contém muito mais do que o que cada país pode adquirir um do outro. Há muitos outros elementos nele.”

    O Secretário Gates tinha inicialmente planejado viajar a Brasília para a cerimônia de assinatura. Entretanto,o plano foi alterado pois o Ministro Jobim acompanhou o Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva ao encontro de dois dias sobre Segurança Nuclear que o Presidente Barack Obama está realizando em Washington.

    Gates partirá amanhã para uma gira pela América Latina,onde ele planeja visitar o Peru, Colômbia e o Caribe para reafirmar o compromisso americano com a região e promover maior colaboração na área de defesa.

    Fonte: DefesaNet

    #Capítulos da Política Externa Brasileira - Irã

    Política externa do Brasil em relação ao Irã é um desastre

    Para Eduardo Viola, professor do Instituto de Relações Internacionais da UNB, a política externa brasileira em relação ao Irã é um desastre. Depois da China ter concordado com os Estados Unidos em relação às sanções para deter o programa nuclear do país, somente o Brasil e a Turquia defendem as negociações até o último minuto.
    - Primeiro foi a Rússia, e agora, a China. Enquanto isso, o Brasil vai para outra direção e fica deslocado. É o maior desastre da política externa brasileira. Equivale a uma medida megalomaníaca, já que parte do grupo acha que o Brasil pode mediar uma situação dessas, e a um nacionalismo atrasado - explica Viola.
    Segundo o professor, as sanções devem ser impostas à Guarda Revolucionária Islâmica - força militar de orientação ideológica, que tem uma estrutura de comando separada das Forças Armadas regulares, e não à sociedade.
    - A ameaça de sanção, que é correta, não pode ser contra o povo. Tem de tocar o poder da Guarda. Esse é o único caminho - diz Viola, para quem o Irã é uma sociedade dividida, onde a maioria quer a redemocratização.
    Ontem, a Casa Branca informou que EUA e China trabalharão juntos para estabelecer sanções ao Irã. Como O Globo mostrou na edição de hoje, 47 países participam da Cúpula sobre Segurança Nuclear, em Washington, cujo objetivo é evitar que o material nuclear caia em mãos de terroristas.

    Fonte: O Globo

    sexta-feira, 9 de abril de 2010

    Acesse Colmeia Blog!

    Colmeia: O melhor dos blogs

    terça-feira, 6 de abril de 2010

    Aprenda a engajar na sua rede social

    Aprender a engajar as pessoas nas mídias sociais pode, além de gerar um maior relacionamento com os clientes, aumentar ainda o faturamento das empresas. Para Charlene Li, uma das maiores especialistas em mídias sociais, o engajamento social e o aumento do faturamento podem estar ligados diretamente, pelo menos foi o que mostrou uma pesquisa realizada pela Altimeter Group. “O estudo EngagementDB.com analisou as 100 maiores marcas do mundo e apontou que as três primeiras colocadas (eBay, Dell e Starbucks) cresceram 18% no último ano. A conclusão é de que tem algo em relação as marcas que estão prontas para interagir que permite este sucesso financeiro”, afirma Charlene, que participou no dia 25 de março, do Seminário sobre Estratégias de Redes Sociais da HSM.



    Charlene se baseia no conceito de Pirâmide de Engajamento, onde cinco passos precisam ser entendidos e identificados para trazer as pessoas para dentro da empresa. O primeiro é o que ela chama de Watching, onde existem pessoas apenas observando. Existe uma parcela das pessoas que se envolve apenas pela observação. Entram nas mídias, assistem vídeos, lêem blogs, mas não chegam a postar ou contribuir com conteúdo.



    Para engajar esses observadores, a empresa deve buscar informações sobre o cliente e criar ferramentas para gerar mais participação. “Quando você quer envolver as pessoas é necessário entender qual conteúdo elas estão consumindo, o que estão lendo, o que querem saber, se o conteúdo chega a elas ou não e qual o tipo de pessoa atrai o conteúdo. Para isso, a empresa pode criar espaços e canais para gerar mais comentários e participação do público, seja pelo site institucional ou por outra plataforma de rede social”, exemplifica.



    Um segundo andar da pirâmide, é o Sharing, ou a forma que as pessoas compartilham as informações. “Porque as pessoas compartilham? A resposta é simples: porque elas se sentem bem por terem ajudado alguém e há muitas maneiras de estimular esse compartilhamento. Você pode pedir opiniões e incluir comentários nos produtos, por exemplo. Muitas empresas têm aberto espaços nos sites para receber sugestão sobre seus produtos e inovar a partir daí”, explica Charlene.



    Numa terceira etapa está o Commenting, onde se dará a forma de engajar os comentários. Veja como está seu site hoje, se existe espaço nele para comentários e interação. Se a ferramenta é uma via de mão-dupla e se ajudará esta comunidade a se desenvolver. Numa quarta fase, a da Producing, está a Produção, onde surge a necessidade de identificar e interagir com o público. Empresas como Walmart conseguiram, por exemplo, desenvolver um blog escrito por mães e não por eles. Por meio dos posts, a empresa consegue ouvir o que as consumidoras têm a dizer e desenvolver melhorias”, salienta a especialista em mídias sociais.



    E finalmente, a última etapa é a Curating, ou Curadoria, onde a moderação atinge um ponto estratégico. No meio dos membros da comunidade é importante eleger algumas pessoas que atuarão como embaixadoras, com o papel de entender as necessidades, identificá-las e levá-las de volta a empresa. “A empresa precisa tratar essa pessoa como um conselheiro confiável e lembrar-se de reconhecê-la no momento certo. Na minha visão, o Brasil tem compartilhado bem suas informações. Acredito que os clientes já estão prontos para as mídias sociais. Resta conseguir esta interação e achar o tom adequado para lidar com esta comunidade”, finaliza.
     
    HSM Online

    ESPM realiza encontro de estudantes de Relações Internacionais

    Eneri 2010.

    O XV Encontro Nacional de Estudantes de Relações Internacionais, Eneri, acontece entre os dias 8 e 11 de abril e deve receber cerca de 1,3 mil pessoas, no Hotel Serrano, em Gramado. As inscrições devem ser realizadas até terça-feira, dia 6.
    O Eneri é organizado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Conselho Institucional dos Estudantes de Relações Internacionais (Cieri ESPM-RS). O tema central será "Segurança internacional e o mundo hoje".
    Entre os palestrantes estão o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que fará a palestra magna de abertura e o professor de Harvard Joseph Nye. "O Brasil e a Segurança Nacional", "Amazônia: Futuro Incerto" e "Tropas Brasileiras em Missões de Paz" estão entre os assuntos das palestras.
    Entre as atividades programadas, além das palestras, haverá minicursos administrados por professores com atuação incisiva no mercado, como também uma visita de campo nas principais vinícolas da Serra Gaúcha.
    A programação completa do evento e as inscrições podem ser obtidas no http://eneri2010.espm.br.

    Terra

    terça-feira, 16 de março de 2010

    Trabalho na ONU para Internacionalistas


    Organização das Nações Unidas é reconhecida internacionalmente por resolver problemas diplomáticos dos mais diversos tipos. Diante de tantos problemas e acontecimentos catastróficos que ocorreram nos últimos anos, organizações como esta ganham cada vez mais destaque. A ONU possui cerca de 65 mil funcionários espalhados pelo mundo inteiro, entretanto, o ingresso nessa organização não é tarefa fácil.
    É necessário pelo menos o domínio de uma das seis línguas oficiais – entre elas inglês, francês, espanhol, chinês, árabe e russo – a diferencial é saber mais de uma dessas línguas. Valéria Schilling – assessora de comunicação do Centro de Informações das Nações Unidas para o Brasil (UNIC) – teve sua entrada na entidade pela sua fluência em inglês e espanhol, além de uma certa experiência internacional por ter morado fora do país.
    Segundo a UNIC, todos os dias o site oficial da ONU oferece vagas, dentre elas especialistas em Medicina, Jornalismo, Direito e Relações Internacionais, por exemplo.
    Mas há também a possibilidade de ingressar na entidade sem o diploma de Curso Superior, em áreas administrativas e serviços gerais. O trabalho voluntário também é ofertado pelo site.
    Para saber mais sobre como proceder para se candidatar a uma vaga de emprego na ONU acesse aqui
    Rafael TOTP

    segunda-feira, 15 de março de 2010

    17/03/2010 - Seminário: Brasil, China e a Arquitetura da Governança Global


    Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), com o patrocínio do UK Department for International Development (DFID) e o apoio da Fecomércio-RJ, realizará o Seminário InternacionalBrasil, China e a Arquitetura da Governança Global.

    Este seminário terá foco na percepção de Brasil e China, suas visões e níveis de envolvimento na arquitetura institucional global e nos processos de decisão política de hoje. Serão debatidos tanto os padrões atuais como os emergentes da ordem global, expressos e ilustrados pelas instituições intergovernamentais em relação às principais dimensões da ordem global: segurança, finanças, comércio, desenvolvimento. Nas discussões serão tratadas as reformas e transformações em algumas instituições multilaterais, atentando para a Organização das Nações Unidas (ONU), o Banco Mundial, o FMI, os Bancos Regionais, a Organização Mundial do Comércio (OMC), a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (CQNUAC) e as coalizões internacionais (por exemplo, G8, OCDE, G20, União Européia, Brics e IBSA).

    No programa será aberto espaço para a discussão sobre os atores emergentes, seu papel na governança global e sua leitura sobre as transformações em curso. As questões serão analisadas tanto através dos prismas das experiências de Brasil e de China no desenvolvimento global.

    LOCAL: Auditório da Fecomércio. Rua Marques de Abrantes, 99 – Flamengo. Rio de Janeiro - RJ
    HORÁRIO: 09h00
    INSCRIÇÃO: nome, instituição, cargo, endereço, telefone, fax e e-mail para eventos@cebri.org.br


    Fonte: CEBRI

    quinta-feira, 11 de março de 2010

    5 premissas para gerir as mídias sociais


    Entre o final de 2008 e o começo de 2009, o termo “mídias sociais” passou a fazer parte dos mantras mercadológicos mais repetidos pelos corredores de empresas de todos os portes.
    Mas, de uma maneira geral, não existe nenhum grande segredo para se trabalhar mídias sociais. Basta seguir a lógica.

    O primeiro ponto é entender como a informação se dissemina. Normalmente, a viralização de uma notícia costuma obedecer à seguinte ordem:
    1) Acontecimento do fato acontece.
    2) Os primeiros usuários começam a divulgá-lo utilizando ferramentas de microblogging, como o Twitter.
    3) O fato vira post/vídeo e começa a aparecer em blogs diversos e/ou em sites como Youtube.
    4) A força e o alcance da imprensa dão mais gás à blogosfera e às demais ferramentas, que ecoam a notícia e começam a agregar mais e mais comentários de leitores. Retweets e plágios em posts começam a ser comuns.
    5) O Orkut começa a dar coro ao fato que, aos poucos, vai aparecendo em fóruns de discussão.
    6) Se for efetivamente relevante, o fato começa a se imortalizar na rede, ganhando menções na Wikipedia e cases no Slideshare.
    Na era das mídias sociais, no entanto, a relevância de um fato não reside apenas no seu grau de veracidade. Ela é formada, em grande parte, pelo interesse ou curiosidade que desperta na comunidade como um todo.
    Se um blogueiro divulgar um fato – verdadeiro ou não – que envolva grandes marcas ou celebridades em situações embaraçosas, por exemplo, ele certamente ganhará uma massa de leitores curiosos passando pelas suas páginas.
    Quanto mais usuários, mais cliques nas ferramentas geradoras de caixa (como o Adsense) ele terá. Também mais relevância perante os algoritmos de buscadores e mais anunciantes dispostos a patrocinar o seu blog aparecerão.
    Em um contexto em que todos podem produzir conteúdo e que o retorno financeiro vem unicamente da audiência, a linha entre ética e ambição pode ficar extremamente tênue.
    Ninguém está imune a este novo tipo de terrorismo institucional gerado pela guerrilha por audiência. Mas ele pode ser combatido com sucesso se a empresa estiver preparada e souber trabalhar bem a sua comunidade.
    Para tanto, existe um conjunto de premissas que a empresa deve seguir:
    1) Obedeça o ciclo de informação: divulgue as suas informações seguindo o fluxo de viralização de conteúdo. Dê preferência às ferramentas de micro-blogging a blogs e assim por diante, construindo-se como notícia de forma conjunta com a comunidade.
    2) Seja transparente: evite a todo custo mentir para a comunidade. Quando alguém detectar algum tipo de falha no seu negócio, por exemplo, não tente esconder: assuma e resolva.
    3) Conheça os seus evangelizadores: mapeie com antecedência os principais formadores de opinião da sua marca ou da sua linha de negócios. Conheça-os e relacione-se com eles, trazendo-os para o seu lado. Em qualquer tipo de crise ou problema, eles provavelmente se transformarão nos seus primeiros e principais defensores nas mídias sociais.
    4) Saiba como você é visto: há hoje diversas empresas que monitoram a “saúde” das marcas nas redes sociais. Saber como se é visto nos diversos ambientes sociais existentes é como ter um mapa em mãos – algo fundamental para se chegar a qualquer lugar.
    5) Esteja sempre preparado: quando você menos esperar, uma gigantesca crise institucional pode tomar conta do seu negócio. Planeje a sua ação de forma calma e fria. Evite fazer ameaças a blogueiros ou líderes de comunidades, mesmo que eles estejam errados. Lide com a comunidade como um igual.

    HSM

    segunda-feira, 8 de março de 2010

    Top Talent, mostre quem é você de uma forma Inovadora!




    Com a frase "O currículo morreu, Viva o Blog", a ideia do Top Talent, é dar chance para um profissional ser visto no mercado de trabalho de uma forma inovadora! Ou seja, chega de currículo, escreva algum post, no blog, sobre os temas apresentados e faça parte da vitrine "garimpada por empregadores a caça de jovens talentos".

    Para quem não têm blog, o Top Talent, dá dicas ótimas de como criar um blog, desde a escolha do nome até sobre o foco do conteúdo do seu blog.
    Para quem já possui blog, as dicas continuam sendo válidas!!! Eu gostei bastante e vou utilizá-las para aperfeiçoar meu blog e começar a escrever no Top Talent!

    Fique atento: se você for publicar algo no Top Talent e no seu blog: primeiro publique no Top Talent e depois no seu blog.... a exclusividade das matérias é uma exigência do blog!

    Aproveitem a oportunidade e façam parte de um projeto ousado e inovador!
    Boa sorte !!!

    A todas as Mulheres !!!

    Mulher de A a Z

    Mulher que sabe ser Amada e Amante. Que se mantém Bonita mesmo com a correria do cotidiano. Sempre Companheira e Carinhosa não importando as intempéries da vida. Sabe ser Doce nos momentos especiais e Dura principalmente se o que está sendo ameaçado é a sua família. Enfatiza suas regras e não abre mão delas, porém torna-se Frágil a um simples toque de mão. Gosta de tudo que é bom, porém emociona-se diante de uma simples florzinha colhida em um jardim qualquer. Habilidosa, sempre tem um dom aflorado e Ideias não lhe faltam para mimar os que lhe são queridos. Seu senso de Justiça está sempre ativo e não poupa esforços para defender sua "cria". Suas ideias Kantianas lhe dão subsídios para o entendimento humano propiciando um Lecionar contínuo na formação dos que a rodeiam. É Mãe acima de tudo e de todos. Em momentos especiais é Namoradinha e Namoradeira encantando quem escolheu para ser seu companheiro. De Opinião forte e segura é a base de sustentação da sua família. Como Pacifista está sempre à frente das grandes causas e seu Querer é a alavanca para grandes ações. Romântica está sempre pronta para comemorar datas significativas e a Solidão não lhe é boa companheira. Suas Tarefas são intermináveis principalmente se for uma mulher de aquário, e por vezes se torna Utopista na esperança de que tudo se encaixe da melhor maneira. Vigilante, está sempre atenta a tudo que a cerca e à sua família. É como se tivesse um Wattímetro interior capaz de medir as correntes maléficas que possam se aproximar. Xereta por natureza sabe de tudo que acontece pelo mundo (pelo menos nos assuntos que lhe interessa). E se tem um filho "Geração "Y" se esforça em torna-se "Y" para entendê-lo.
    Faz tudo isso porque adora ser Zelosa com os que ama.

    A mulher, embora possa ser descrita através do alfabeto não consegue ser decifrada.
    A dicotomia que traz dentro de si é que a torna maravilhosamente inexplicável.

    Sou mullher, e me orgulho muito disso!

    Cybele Meyer

    sexta-feira, 5 de março de 2010

    Ambiente de trabalho: veja como lidar com pessoas problemáticas


    Se você encontrar um beco sem saída ao tentar construir relacionamentos doentios, saia de perto de quem representa riscos.


    "Em algum ponto de nossas carreiras, vamos trabalhar com indivíduos que são desafiadores, difíceis ou até mesmo o que eu chamaria de pessoas problemáticas... Podemos até achar que esses relacionamentos exigem estratégias muito diferentes".

    O comentário é do especialista em Gestão de Projetos, Anthony Mersino, e consta no livro "Inteligência emocional para gerenciamento de projetos" (Ed. M.Books).

    Segundo ele, se temos um problema com alguém, devemos explorar a possibilidade de estarmos causando essa situação. "Devemos fazer o máximo para o relacionamento funcionar. Não devemos jogar a toalha rapidamente e supor que o problema é com a outra pessoa. Dito isso, haverá casos em que esgotamos todos os esforços para construir um relacionamento com outra pessoa ou em que reconhecemos que a outra pessoa é fraca em algum ponto fundamental".

    Partindo dessa premissa, ele conclui que haverá momentos em que teremos de reconhecer que nossos próprios esforços de construção de relacionamento não farão sentido quando estivermos lidando com certos tipos de personalidade.

    Profissionais problemáticos

    Existem muitos perfis de profissionais problemáticos. Veja algumas categorias descritas por Mersino:
    • Microgerentes e críticos: são pessoas que querem controlar ou criticar tudo que você faz. Normalmente, têm problemas de confiança, controle e delegação. A emoção básica deles é o medo. Pode ser impossível trabalhar com um microgerente se ele for seu chefe. Esse tipo de líder frequentemente verifica o que você está fazendo e dita o modo de fazer as coisas. Como membro da equipe ou colega, um microgerente ou crítico pode concentrar a energia em dizer aos outros o que fazer;
    • Profissionais desonestos: aqui entram desde aqueles colegas de trabalho que ocasionalmente disparam uma mentira aparentemente inocente, para se proteger de críticas, por exemplo, até os que mentem compulsivamente e podem até trapacear ou roubar. Esta categoria também inclui aqueles que agem de modo antiético ou pedem para você agir de forma antiética. As emoções básicas de funcionários desonestos podem ser raiva ou medo. Quando o desonesto é um membro da equipe, ele pode gerar conflito ao culpar os outros pelos problemas;
    • Homens das cavernas: a categoria dos homens das cavernas inclui valentões, viciados em poder e preconceituosos. Eles contam piadas de mau gosto ou escolhem indivíduos e implicam com eles. Podem achar que estão apenas se divertindo quando, na verdade, estão simplesmente tentando disfarçar a agressão com o humor. Normalmente são homens, mas algumas mulheres também se encaixam nessa categoria.
    Como lidar com pessoas problemáticas

    Para lidar com pessoas difíceis, o melhor é limitar-se ao trabalho e evitar confrontos diretos, afirma Mersino. Diferentemente de relacionamentos normais, nos quais queremos expressar nossos sentimentos, dizer a verdade e esclarecer a situação, quando lidamos com pessoas problemáticas, devemos evitar situações que nos deixariam vulneráveis.

    Outra dica é: documente tudo. Se você acredita que está trabalhado com um indivíduo que representa riscos, faça tudo por escrito. Documente acordos, instruções, responsabilidades e obrigações. Isso pode ajudar você a se defender, por meio de provas. Uma terceira recomendação diz respeito à ajuda. Se você possui problemas com determinada pessoa, converse com seu gestor e peça orientação, ou ainda com o responsável pelo Recursos Humanos.

    Além disso, se você encontrar um beco sem saída ao tentar construir relacionamentos doentios que podem sobrecarregá-lo e esgotá-lo, é importante sair de perto da pessoa que representa riscos ao seu dia-a-dia no trabalho. Se o problema for com seu gerente, busque outra oportunidade em outra área da mesma empresa. Se a situação for insustentável, considere ainda mudar de emprego. Mantenha intacta sua saúde mental.

    Por fim, não leve nada para o lado pessoal. Algumas pessoas são fracas em pontos que não têm nada a ver com você. Elas podem ter inveja do seu talento e do desempenho excelente que apresenta no trabalho, ou ainda podem ter medo de você crescer demais na empresa. Mantenha isso em mente e não assuma a responsabilidade por problemas de relacionamento que foram criados por terceiros.

    Fonte: Administradores

    quarta-feira, 3 de março de 2010

    Mulheres Empreendedoras... Vídeo!

    Mestrado em Relações Internacionais



    Pessoal!

    O processo seletivo para o Mestrado em Relações Internacionais da UFRGS está aberto!!

    Para saber mais sobre as etapas da prova acesse: http://www6.ufrgs.br/intrel/

    Boa sorte para quem participar!

    Mulheres Empreendedoras

    "O Count Me In é um projeto que tem como objetivo promover o empreendedorismo feminino pelo mundo. Aqui nesse vídeo, eles falam de forma bastante inspiradora sobre o potencial das mulheres no comando de negócios, mostrando como a atitude empreendedora pode se tornar uma ferramenta de independência."

    http://www.youtube.com/watch?v=-9cvf7YtZ_s&feature=player_embedded

    quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

    Barra Rio Araranguá !!!

    Click Nagem 2010

    http://www.clicknagem.com.br/nagem/index.asp?blogId=54 

    Bolsa para Mestrado em Relações Internacionais Rotary International

    Pessoal....

    Ótima oportunidade para Internacionalistas que desejam estudar Relações Internacionais, Administração Pública, Desenvolvimento Sustentável, Estudos de Paz e Resolução de Conflitos ou áreas relacionadas. 


    A proposta é feita pelo Rotary International, e as bolsas são financiadas pelo mesmo Instituto.


    Há curso profissionalizante também. Para o curso profissionalizante é exigido inglês fluente e 5 anos de experiência em cargo de nível médio ou alto.


    Para o mestrado, é preciso ter 3 anos de formação (aiiii não completei nem 1 ainda), pode ter trabalho em qualquer área, com ou sem remuneração.


    As únicas despesas são com visto e seguro-saúde!


    "Ex-bolsistas trabalham em várias áreas, como órgãos federais, ONGs, empresas de consultoria, forças armadas, e em organizações internacionais, como o Banco Mundial, a Organização Internacional para as Migrações, a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Organização das Nações Unidas. A cada turma que completa o curso, maior é a rede de pessoas dedicadas a tão nobre causa.
    Por meio do programa dos Centros Rotary, a Fundação Rotária amplia a eficácia da entidade e dos rotarianos em promover maior tolerância e cooperação entre as pessoas, aumentando as possibilidades de paz e compreensão no mundo."


    A proposta é legal demais !!!


    Para quem tem interesse http://www.rotary.org/RIdocuments/pt_pdf/084pt.pdf



    quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

    Aprendendo sobre o desenvolvimento do Brasil de uma forma simples e rápida!

    Pessoal, acessei o Blog do Planalto e eles estão com um Especial "7 anos em 7 minutos", onde cada Ministro apresenta, o planejamento adotado para cada Ministério no Governo Lula, e os avanços.

    É ótimo para aprender sobre o desenvolvimento do país e o enfoque do plano de governo do Presidente Lula, de uma forma simples e rápida.

    Abaixo segue as Diretrizes do Ministério das Relações Exteriores.


    A projeção que o Brasil ganhou no mundo nos últimos anos é reflexo direto da estabilidade econômica e política social promovida pelo presidente Lula no País mas também pelas novas diretrizes da política externa, que mudou suas prioridades para dar ênfase à integração da América do Sul e a novas parcerias comerciais no mundo. A avaliação foi feita pelo ministro das Relações Exteriores Celso Amorim no segundo programa da série 7 Anos em 7 Minutos que publicamos nesta sexta-feira (29/1) no Blog do Planalto.

    Amorim diz que o presidente Lula determinou, desde o primeiro ano de seu mandato, fosse aprofundada as relações com os países vizinhos e estabelecida novas parcerias pelo mundo, notadamente na África, Oriente Médio e Ásia. Os resultados já podem ser notados: o comércio brasileiro com países sul-americanos passou a ser quase 20% do total do comércio exterior brasileiro e a África é hoje o quarto parceiro comercial do País, atrás apenas da China, Estados Unidos e Argentina.

    O chanceler brasileiro lembrou que o presidente Lula fez questão receber, em seu primeiro ano de governo, a todos os governadores da América do Sul e também visitá-los. A mesma política de boa vizinhança foi feita com a África, onde visitou 21 países.

    Juntamente com os esforços brasileiros na criação do G20 e na Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil foi ganhando importância no cenário internacional, consolidando-se como interlocutor privilegiado tanto nas questões políticas como comerciais do mundo.


    Fica o link do blog do planalto para acesso ao vídeo http://blog.planalto.gov.br/7-anos-em-7-minutos-com-celso-amorim-ministro-das-relacoes-exteriores/